Muitos cristãos parecem seguir exatamente a lógica contrária a vida espiritual. Acreditam que a salvação é sinônimo de obediência a um pacote de regras rígidas, de cujo peso querem se livrar. Pensando assim, vivem com a preocupação de flexibilizar as normas, tentando descobrir até que ponto podem abrir “exceções” sem pecar. Apreciam muitos hábitos e atitudes de amigos e colegas que não são cristãos e, no intimo, admitem que gostariam de poder fazer o mesmo. Por isso, questionam se o estilo de vida cristão realmente se aplica aos nossos dias. Querem matar a curiosidade de ver o fim do precipício sem correr o risco de despencar nele.
É muito mais prático para muitos “pegar” um conjunto de regras estabelecidas para a igreja, somar um pouco de conhecimento adquirido nos cultos, colocar tudo isso na balança junto com a opinião relativa dos colegas de trabalho e faculdade, encontrar um “equilíbrio” e viver a vida de acordo com o que é mais conveniente.
Amigo, é hora de trocar o risco do “achismo” pela segurança da doutrina. Deixar a preguiça de lado e pesquisar sobre os princípios sólidos que sustentam nossa identidade. Não se arisque e mantenha o foco e chegue ao seu objetivo.
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