sábado, 31 de dezembro de 2011

TEMPO DE AMOLAR O MACHADO

Conta-se que um jovem lenhador ficara impressionado com a eficácia e rapidez com que um velho e experiente lenhador da região onde morava, cortava e empilhava madeiras das árvores que cortava.

O jovem o admirava, e o seu desejo permanente era de, um dia, tornar-se tão bom, senão melhor, que aquele homem, no ofício de cortar madeira.

Certo dia, o rapaz resolveu procurar o velho lenhador, no propósito de aprender com quem mais sabia.

Enfim ele poderia tornar-se o melhor lenhador que aquela cidade já tinha ouvido falar.

Passados apenas alguns dias daquele aprendizado, o jovem resolvera que já sabia tudo, e que aquele senhor não era tão bom assim quanto falavam.

Impetuoso, afrontou o velho lenhador, desafiando-o para uma disputa: em um dia de trabalho, quem cortaria mais árvores.

O experiente lenhador aceitou, sabendo que seria uma oportunidade para dar uma lição ao jovem arrogante.

Lá se foram os dois decidir quem seria o melhor.

De um lado, o jovem, forte, robusto e incansável, mantinha-se firme, cortando as suas árvores sem parar.

Do outro, o velho lenhador, desenvolvendo o seu trabalho, silencioso, tranqüilo, também firme e sem demonstrar nenhum cansaço.

Num dado momento, o jovem olhou para trás a fim de ver como estava o velho lenhador, e qual não foi a sua surpresa, ao vê-lo sentado.

O jovem sorriu e pensou: Além de velho e cansado, está ficando tolo. Por acaso não sabe ele que estamos numa disputa?

Assim, ele prosseguiu cortando lenha sem parar, sem descansar um minuto.

Ao final do tempo estabelecido, encontraram-se os dois, e os representantes da comissão julgadora foram efetuar a contagem e medição.

Para a admiração de todos, foi constatado que o velho havia cortado quase duas vezes mais árvores que o jovem desafiante.

Este, espantado e irritado, ao mesmo tempo, indagou-lhe qual o segredo para cortar tantas árvores, se, uma ou duas vezes que parara para olhar, o vira sentado e tranqüilo.

Ele, ao contrário, não havia parado ou descansado nenhuma vez.

O velho, sabiamente, lhe respondeu:

Todas as vezes que você me via assentado, eu não estava simplesmente parado, descansando. Eu estava amolando o meu machado!

* * *
Reflitamos sobre o ensino trazido pelo conto.

Obviamente, com um machado mais afiado, o poder de corte do velho lenhador era muito superior ao do jovem.

Este, embora mais vigoroso na força, certamente não percebeu que, com o tempo, seu machado perdia o fio, e com isso perdia a eficácia.

Quando chegamos em determinadas épocas de nossas vidas, como o fim de mais um ano de trabalho, de esforço, de empreendimento, esta lição pode ser muito bem aplicada.

É tempo de amolar o machado!

Embora achemos que não possamos parar, que tempo é dinheiro, que vamos ficar para trás, perceberemos, na prática, que se não pararmos para amolar o machado, de tempos em tempos, não conseguiremos êxito.

Amolar o machado não é apenas descansar o corpo, é também refletir, avaliar, limpar a mente e reorganizar o nosso íntimo.

Amolar o machado é raciocinar, usar da inteligência para descobrir se estamos usando nossas forças da melhor forma possível.

Assim, guardemos algum tempo para essas práticas realmente necessárias, e veremos, mais tarde, que nosso machado poderá cortar as árvores com muito mais eficiência.

( Com base em conto da obra S.O.S. Dinâmica de grupo, 
de Albigenor e Rose Militão. ed. Qualitymark.br - )

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

No Limite!

Muitos cristãos parecem seguir exatamente a lógica contrária a vida espiritual. Acreditam que a salvação é sinônimo de obediência a um pacote de regras rígidas, de cujo peso querem se livrar. Pensando assim, vivem com a preocupação de flexibilizar as normas, tentando descobrir até que ponto podem abrir “exceções” sem pecar. Apreciam muitos hábitos e atitudes de amigos e colegas que não são cristãos e, no intimo, admitem que gostariam de poder fazer o mesmo. Por isso, questionam se o estilo de vida cristão realmente se aplica aos nossos dias. Querem matar a curiosidade de ver o fim do precipício sem correr o risco de despencar nele.
É muito mais prático para muitos “pegar” um conjunto de regras estabelecidas para a igreja, somar um pouco de conhecimento adquirido nos cultos, colocar tudo isso na balança junto com a opinião relativa dos colegas de trabalho e faculdade, encontrar um “equilíbrio” e viver a vida de acordo com o que é mais conveniente.
Amigo, é hora de trocar o risco do “achismo” pela segurança da doutrina. Deixar a preguiça de lado e pesquisar sobre os princípios sólidos que sustentam nossa identidade. Não se arisque e mantenha o foco e chegue ao seu objetivo.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

A importância do perdão

O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no
assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns
serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa. Zeca, de
oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse
alguma coisa, fala irritado:
- Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo comigo.
Desejo tudo de ruim para ele.
Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho
que continua a reclamar:
- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele
ficasse doente sem poder ir à escola.
O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um
saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o
acompanhou, calado. Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse
fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:
- Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal
é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu,
endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até
o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.

O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos à obra. O
varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo.
Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de
longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:
- Filho como está se sentindo agora?
- Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na
camisa.
O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira,
e carinhoso lhe fala:
- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.
O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande
espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Zeca só conseguia enxergar
seus dentes e os olhinhos. O pai, então, lhe diz ternamente:
- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você. O
mau que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que
possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os
resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos.
Cuidado com seus pensamentos; eles se transformam em palavras. Cuidado com
suas palavras; elas se transformam em ações. Cuidado com suas ações; elas se
transformam em hábitos. Cuidado com seus hábitos; eles moldam o seu caráter.
Cuidado com seu caráter; ele controla o seu destino.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Lei do Caminhão de Lixo

Um dia peguei um taxi e fomos direto para o aeroporto.

Estávamos rodando na faixa certa quando de repente um carro preto saltou do estacionamento na nossa frente.

O motorista do taxi pisou no freio, deslizou e escapou do outro carro por um triz!

O motorista do outro carro sacudiu a cabeça e começou a gritar para nós.

O motorista do taxi apenas sorriu e acenou para o cara.

E eu quero dizer que ele o fez bastante amigavelmente.

Assim eu perguntei: 'Porque você fez isto? Este cara quase arruína o seu carro e nos manda para o hospital!'

Foi quando o motorista do taxi me ensinou o que eu agora chamo 'A Lei do Caminhão de Lixo."

Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo. Andam por ai carregadas de lixo, cheias de frustrações, cheias de raiva, e de desapontamento. À medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam de um lugar para descarregar, e às vezes descarregam sobre a gente. Não tome isso pessoalmente.

Apenas sorria, acene, deseje-lhes bem, e vá em frente. Não pegue o lixo delas e espalhe sobre outras pessoas no trabalho, em casa, ou nas ruas.

O princípio disso é que pessoas bem sucedidas não deixam os caminhões de lixo estragarem o seu dia. A vida é muito curta para levantar de manhã com sentimentos ruins, assim... Ame as pessoas que te tratam bem. Ore pelas que não o fazem.

A vida é dez por cento o que você faz dela e noventa por cento a maneira como você a recebe!

Tenha um dia abençoado, livre de lixo!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

O Fundo da Piscina

Um excelente nadador tinha o costume de correr até a água e de molhar somente o dedão do pé antes de qualquer mergulho.

Alguém intrigado com aquele comportamento, lhe perguntou qual a razão daquele hábito.

O nadador sorriu respondeu: Há alguns anos eu era um professor de natação.
Eu os ensinava a nadar e a saltar do trampolim. Certa noite, eu não conseguia dormir, e fui até a piscina para nadar um pouco. Não acendi a luz, pois a lua brilhava através do teto de vidro
do clube. Quando eu estava no trampolim, vi minha sombra na parede da frente.
Com os braços abertos, minha imagem formava uma magnífica cruz.
Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando minha imagem.
Nesse momento pensei na cruz de Jesus Cristo e em seu significado. Eu não era um cristão, mas quando criança aprendi que Jesus tinha morrido na cruz para nos salvar pelo seu precioso sangue.

Naquele momento as palavras daquele ensinamento me vieram a mente e me fizeram recordar do que eu havia aprendido sobre a morte de Jesus.

Não sei quanto tempo fiquei ali parado com os braços estendidos. Finalmente desci do trampolim e fui até a escada para mergulhar na água. Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso do
fundo da piscina.

Haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido. Tremi todo, e senti um calafrio na espinha.
Se eu tivesse saltado seria meu último salto. Naquela noite a imagem da cruz na parede salvou a minha vida.

Fiquei tão agradecido a Deus, que ajoelhei na beira da piscina, confessei os meus pecados e me
entreguei a Ele, consciente de que foi exatamente em uma cruz que Jesus morreu para me salvar.

Naquela noite fui salvo duas vezes e, para nunca mais me esquecer, sempre que vou até piscina molho o dedão do pé antes. Deus tem um plano na vida de cada um de nós e não adianta querermos apressar, ou retardar as coisas, pois, tudo acontecerá no seu devido tempo e esse tempo é o tempo Dele e não o nosso...

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Cuidado com os julgamentos que você faz...

O folclore alemão conta a história de um homem que, ao acordar, reparou que seu machado desaparecera.
Furioso, acreditando que seu vizinho o tivesse roubado, passou o resto do dia observando-o.
Viu que tinha jeito de ladrão, andava furtivamente como ladrão, sussurrava como um ladrão que deseja esconder seu roubo.
Estava tão certo de sua suspeita que resolveu entrar em casa, trocar de roupa e ir até a delegacia dar queixa.
Assim que entrou, porém, encontrou o machado que sua mulher havia colocado em outro lugar.
O homem tornou a sair, examinou de novo o vizinho, e viu que ele andava, falava e se comportava como qualquer pessoa honesta.

Professor Menegatti

sábado, 27 de agosto de 2011

APRENDA A DAR UMA MÁ NOTÍCIA.

- Alô , Sô Carlos? Aqui é o Uóshito, casêro do sítio.
- Pois não, Seu Washington. Que posso fazer pelo senhor? Houve algum problema?
- Ah, eu só to ligano para visá pro sinhô qui se papagai morreu.
- Meu papagaio? Aquele que ganhou o concurso?
- Êle mermo.
- Puxa! Que desgraça! Gastei uma pequena fortuna com aquele bicho! Mas morreu de que?
- Dicumê carne istragada.
- Carne estragada? Quem fez essa maldade? Quem deu carne pra ele?
- Ninguém. Ele cumeu a carne dos cavalos morto.
- Cavalo morto? Que cavalo morto, seu Washington?
- Aquele puro-sangue qui o sinhô tinha! Eles morrero de tanto puxá carroça d’água!
- Tá louco? Que carroça d’água!
- Prapagá o incêndio!
- Mas que incêndio, meu Deus?
- Na sua casa, uma vela caiu, aí pego fogo nascurtina!
- Caramba, mas aí tem energia elétrica! Que vela era essa?
- Do velório!
- De quem?
- Da sua mãe! Ela apareceu aqui sem avisá e eu dei um tiro nela pensando que era ladrão!
- Meu Deus, que tragédia! – e o homem começa a chorar.
- Peraí sô Carlos, sinhô num vai chorá pur causa dum papagai, vai?

sábado, 28 de maio de 2011

O copo d'água

O velho mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.

"Qual é o gosto?", perguntou o Mestre.

"Ruim", disse o aprendiz.

O mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago, então o velho disse:

"Beba um pouco dessa água".

Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o mestre perguntou:

"Qual é o gosto?"

"Bom!" disse o rapaz.

"Você sente gosto do sal?", perguntou o mestre.

"Não", disse o jovem.

O mestre então sentou ao lado do jovem, pegou sua mão e disse:

"A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende do lugar onde a colocamos. Então quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido das coisas. Deixe de ser um copo. Torne-se um lago".

segunda-feira, 23 de maio de 2011

A Procura

Eu procuro um grande amor, a outra parte de mim. Que não consigo achar, mas que nunca vou desistir de procurar.


Eu procuro um grande amor, alguém que entenda as coisas belas da vida. Que como eu saiba amar, mas que estou demorando a achar.


Eu procuro um grande amor, alguém que me faça voar. Que como eu saiba sonhar, que talvez esteja para chegar.


Eu procuro um grande amor, que saiba conversar e brincar. Que saiba me encontrar, será que vai me achar?


...


Procure-me!

sábado, 14 de maio de 2011

"Otaku não se machuca, ganha marcas de aventuras;
Otaku não se cansa, guarda tempo para o ataque;
Otaku não come miojo, come lamen;
Otaku não se fantasia, faz cosplay;
Otaku não perde, ganha experiência de luta;
Otaku não tem ilusão, tem sonhos;
Otaku não lê gibi, lê mangá;
Otaku não ve desenho, assiste anime;
Otaku não tem destino, tem missão;
Otaku não trabalha, vive uma vida paralela;
Otaku não fica desempregado, vira ronnin;
Otaku não perde a memoria, faz novos amigos;
Otaku não é louco, apenas não tem medo de ser feliz;
Otaku não cresce, permanece criança para sempre...
Otaku não envelhece, acumula jutsus;
Otaku não morre, vira anime.
Otaku não fala legal,fala ROX
Otaku é Baka, mas é feliz
Otaku não briga, Trava um combate
Otaku ñ é retardado, só ñ tem medo da felicidade
Otaku não é burro, mas também não é nerd
Otaku não gosta, curti
Otaku não usa boné, usa toquinha.
Otaku não é fofo é Kawai."

sábado, 7 de maio de 2011

Mulher Bandida

Um casal dormia profundamente, como inocentes bebês...
De repente, lá pelas três horas da manhã, escutam ruídos fora do quarto.
A mulher se sobressalta e, apavorada, sussurra para o homem que dorme ao seu lado:
- Aaaaaiiiiiii, meu Deus, deve ser o meu marido!!!
O cara se levanta rapidamente e, ensandecido, pula pelado pela janela.
Na queda, se arrebenta nos espinhos de uma roseira e, quando sai da roseira, cai sentado com a bunda numa moita cheia de urtiga.
Todo machucado e coçando mais que cachorro vagabundo cheio de pulgas, ele volta irritado e diz à mulher:
- Sua louca, maluca, pirada do cacete... olha a merda que eu tô! Teu marido sou eu, pô!!!
- Ah, é?!?!? E pulou a janela porquê?


Moral da estória:
"Consciência pesada é um problema sério, muito sério..."

sábado, 30 de abril de 2011

MATEMÁTICA DE MENDIGO

Preste atenção nessa interessante pesquisa de um estagiário...


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Um sinal de trânsito muda de estado em média a cada 30 segundos (trinta segundos no vermelho e trinta no verde). Então, a cada minuto um mendigo tem 30 segundos para faturar pelo menos R$ 0,10, o que numa hora dará: 60 x 0,10 = R$6,00.
Se ele trabalhar 8 horas por dia, 25 dias por mês, num mês terá faturado: 25 x 8 x 6 = R$ 1.200,00.
Será que isso é uma conta maluca?




Bom, 6 reais por hora é uma conta bastante razoável para quem está no sinal, uma vez que, quem doa nunca dá somente 10 centavos e sim 20, 50 e às vezes até 1,00.
Mas, tudo bem, se ele faturar a metade: R$ 3,00 por hora terá R$600,00 no final do mês, que é o salário de um estagiário com carga de 35 horas semanais ou 7 horas por dia.
Ainda assim, quando ele consegue uma moeda de R$1,00 (o que não é raro), ele pode descansar tranqüilo debaixo de uma árvore por mais 9 viradas do sinal de trânsito, sem nenhum chefe pra'encher o saco' por causa disto.




Mas considerando que é apenas teoria,vamos ao mundo real.
De posse destes dados fui entrevistar uma mulher que pede esmolas, e que sempre vejo trocar seus rendimentos na Panetiere (padaria em frente ao CEFET). Então lhe perguntei quanto ela faturava por dia. Imagine o que ela respondeu?
É isso mesmo, de 35 a 40 reais em média o que dá(25 dias por mês) x 35 = 875 ou 25 x 40 = 1000, então na média R$ 937,50 eela disse que não mendiga 8 horas por dia.




Moral da História :
É melhor ser mendigo do que estagiário (e muito menos PROFESSOR), e pelo visto, ser estagiário e professor, é pior que ser Mendigo...
Se esforce como mendigo e ganhe mais do que um estagiário ou um professor.
Estude a vida toda e peça esmolas; é mais fácil e melhor que arrumar emprego.




Lembre-se :
Mendigo não paga 1/3 do que ganha pra sustentar um bando de ladrão.
Viva a Matemática.


Que país é esse?

sábado, 23 de abril de 2011

Acreditar e Agir

Um viajante caminhava pelas margens de um grande lago de águas cristalinas e imaginava uma forma de chegar até o outro lado, onde era seu destino. Suspirou profundamente enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um homem de cabelos brancos quebrou o silêncio momentânio, oferecendo-se para transportá-lo. Era um barqueiro.


O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho. O viajante olhou detidamente e percebeu o que pareciam ser letras em cada remo. Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, observou que eram mesmo duas palavras. num dos remos estava entalhada a palavra "acreditar" e no outro "agir".


Não podendo conter a curiosidade, perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos. O barqueiro pegou ao remo, no qual estava escrito "acreditar", e remou com toda a força. O barco, então, começou a dar voltas sem sair do lugar em que estava. Em seguida, pegou o remo que estava escrito "agir" e remou com todo o vigor. Novamente o barcogirou em sentido oposto sem ir adiante.


Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, movimentou-os ao mesmo tempo e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago, chegando calmamente à outra margem.


Então o barqueiro disse ao viajante: - Este barco pode ser chamado de autoconfiança. E a margem é a meta que desejamos atingir. para que o barco da autoconfiança navegue seguro e alcance a meta pretendida, é preciso que utilizemos os dois remos ao mesmo tempo e com a mesma intensidade: "agir" e "acreditar".


E você? está remando com firmeza para atingir a meta a que se propôs?

sábado, 16 de abril de 2011

Juro a mim mesmo

A partir de hoje não mais lamentarei o dia de ontem. Ele está no passado e o passado nunca mudará. Só eu posso mudar, se essa for minha escolha.


A partir de hoje não mais me preocuparei com o amanhã. O amanhã sempre estará esperando por mim para torná-lo o melhor possível. Mas não posso fazer o melhor pelo Amanhã sem primeiro fazer o melhor Hoje.


A partir de hoje eu olharei no espelho e verei alguém valioso e merecedor do meu respeito e admiração. Alguém com quem gosto de passar minhas horas e a quem conseguirei conhecer melhor.


A partir de hoje tratarei com carinho cada dia de minha vida. Eu valorizarei esse presente e o partilharei sem egoísmo com meus semelhantes.


A partir de hoje observarei a minha caminhada e superarei desgostos se houver tropeços.
Eu enfrentarei desafios com coragem e determinação. Eu superarei barreiras que tendem a impedir minha busca pelo crescimento e melhoramento.


A partir de hoje eu viverei a vida um dia de cada vez e dando um passo de cada vez. O desencorajamento não terá permissão para marchar minha positiva auto-imagem, meu desejo de ser bem sucedido e minha capacidade de amar.


A partir de hoje eu abrirei meu coração. Darei boas-vindas às novas experiências e gostarei de conhecer novas pessoas.
Eu não pretenderei ser perfeito, nem exigirei que os outros o sejam, pois a perfeição absoluta não existe neste mundo. Eu aplaudirei as tentativas de fortalecimento do lado fraco da natureza humana.


A partir de hoje sou responsável por minha felicidade e não medirei esforços para manter-me feliz. Olharei as maravilhas da natureza, escutarei minhas canções favoritas, terei um bichinho de estimação, tomarei reconfortáveis banhos e encontrarei prazer nos mais variados e simples gestos. Hoje eu sempre aprenderei algo novo, experimentarei coisas diferentes, saborearei com gosto tudo que a vida tem para oferecer.


Eu mudarei o que quiser e puder mudar. O restante, deixarei simplesmente passar...
Eu agradecerei por tudo que tenho de melhor, por ser alguém que pode ser melhor, pois sei agora que isso é possível. A parti de hoje e para sempre. Juro a mim mesmo.

sábado, 9 de abril de 2011

Eu errei

Eu errei
_ Ah, mas foi só uma pequena mentira.
Mas você mentiu.
_ Ah, mas foi o cobrador que me deu troco a mais.
Mas você roubou.
Eu errei.
Minha consciência me cutuca.
_ Você não procedeu bem.
_ Você prejudicou.
Seu humor agora acaba de se alterar.
A sua alegria mixou.
Ninguém aprova o que está errado.
Mas o erro também é útil.
Primeiro, porque o que é certo se tronou mais evidente ainda.
Ficou mais fácil de ver o rumo certo a ser seguido agora.
Segundo, porque o erro me torna consciente de minha humanidade.
Afinal, errar é humano.
Sendo assim, eu me igualo aos outros.
É uma boa lição de humildade.
Terceiro, porque o erro me mostra o quão prejudicial é o errar.
Portanto, da próxima vez, eu pensarei duas vezes para não cometer mais erros.
Principalmente se for um erro premeditado.
Mas, apesar de tudo isso, o meu bom humor ainda não retornou.
É porque eu estava esquecendo o principal.
_ Perdão, senhor. Eu errei. Desculpe-me.
Sem confissão não há regeneração.
Sem regeneração, o seu humor continua sendo mau mesmo.
A escolha é sua.

sábado, 2 de abril de 2011

Sem idéias ninguém sobrevive

O elemento fundamental para a sobrevivência: Idéias. Sem idéias ninguém sobrevive! SUCESSO é a capacidade criativa que todos nós podemos ter, desenvolver e aperfeiçoar, mas é preciso praticar.


Um profissional criativo consegue cativar seus clientes e se destacar. A criatividade é fundamental para seu negócio, afinal o cliente não compra mais da mesma maneira que comprava no passado. Cada vez mais seletivos, os clientes querem inovação, e precisam ser conquistados diariamente.


Para um bom vendedor o SUCESSO depende de soluções criativas e únicas. Gabriel, O Pensador, já disse: seja você mesmo, mas não seja sempre o mesmo!


Certa vez um vendedor tentava marcar uma visita com um cliente muito difícil. Para conseguir que ele o recebesse lançou mão de uma idéia inovadora: Comprou para ele um par de sapatos, italianos, de muito bom gosto. Mandou entregar a caixa no endereço do cliente, mas antes retirou um pé do par de sapatos. No lugar do calçado que retirara, colocou um bilhete com seu telefone e a seguinte mensagem: “já coloquei um pé em sua empresa, se quiser o outro... por favor, me ligue.”
Esse vendedor fez diferente, não é mesmo? E conseguiu que o cliente difícil o recebesse...

sábado, 26 de março de 2011

Esteja preparado para o que vier...

Você esta preparado para a oportunidade quando ela aparecer?
Viva bem. Viva tudo.
Viver é aproveitar bem o dia.
Você está pronto para aproveitar o tempo que você terá neste dia?
Ou ainda está perdido em preocupações, ressentimentos, dores e mágoas que fizeram parte do ontem?
Se ontem não deu para realizar tudo o que você planejou, hoje você poderá conseguir. Afinal, hoje você tem mais conhecimento acumulado, mais experiência, mais sabedoria para acertar.
Não espere nada acontecer. Antecipe-se aos acontecimentos. Isto significa estar preparado. Prepare-se, principalmente, para as boas oportunidades que apareceram neste dia, a qualquer momento.
Invente, desenvolvaestimule. só não fique parado.
A vida sugere AÇÃO.
A parti de agora você começa a realizar os seus sonhos. Se você acreditar no seu projeto, recomece com confiança a parti do lugar onde parou.
E se for preciso sair do zero outra vez, a começar um novo projeto, acredite que desta vez valerá apena.
Todos os dias sugem novas necessidades e oportunidades. O Seu papel é também estar dentro da dinâmica das mudanças que se processam a todo momento. O mundo muda. E você está no mundo. Você muda e tem de se adaptar neste novo mundo...
Você será melhor quanto mais antecipar o futuro com a visão que te m hoje. Acredite no que você vê. Esteja aberto para o novo.
O mundo foi construido por sonhadores, rebeldes, gente que durante muito tempo foi considerada insana, irresponsável, utopista... Gente que não desistiu de suas visões e de seus ideais.
Começe hoje a sonhar. Você verá que o sonho que ontem sonhou, hoje não é mais o mesmo: junto com você e sua garra, ele está melhor e, portanto, mais próximo de você...

sábado, 19 de março de 2011

Maneiras de dizer as coisas

Uma sábia e conhecida anedota árabe diz que, certe feita, um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Logo que despertou, mandou chamar um adivinho para que interpretasse seu sonho.
- Que desgraça, senhor! - exclamou o advinho. - Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa magestade.
- Mas que insolente - gritou o sultão, enfurecido. - Como te atreves a dizer-me semelhante coisa? Fora daqui!
Chamou os guardas e lhe dessek cem açoites. Mandou que trouxessem outro adivinho e lhe contou sobre o sonho.
Este, após ouvir o sultão com atenção, disse-lhe: - Excelso senhor! Grande felicidade vos está reservada. O sonho significa que haveis de sobreviver a todos os vossos parentes.
A fisionomia do sultão iluminou-se num sorriso, e ele mandou dar cem moedas de ouro para ao segundo adivinho. E quando este saía do palácio, um dos cortesãos lhe disse admirado:
- Não é possivel! A interpretação que você fez foi a mesma que seu colega havia feito. Não entendo porque ao primeiro ele pagou com cem açoites e a você com cem moedas de ouro.
- Lembra-te meu amigo - respondeu o adivinho - que tudo depende da maneira de dizer...

sábado, 12 de março de 2011

Viver com Equilíbrio

Em uma conferência numa universidade americana, Brian Dyson, ex-presidente da Coca-Cola, falou sobre a relação entre o trabalho e outros compromissos da vida. Disse ele:
“Imaginem a vida como um jogo, no qual vocês fazem malabarismo com cinco bolas que lançam ao ar. Essas bolas são: o trabalho, a família, a saúde, os amigos e o espírito.
O trabalho é uma bola de borracha. Se cair, bate no chão e pula para cima. Mas as quatro outras são de vidro. Se caírem no chão, quebrarão e ficaram permanentemente danificadas.
Entendam isso e busquem o equilíbrio na vida. Como?


1. Não diminuam seu próprio valor, comparando-se com outras pessoas. Somos todos diferentes. Cada um de nós é um ser especial. Não fixem seus objetivos com base no que os outros acham importante. Só vocês estão em condições de escolher o que é melhor para vocês próprios;


2. Dêem valor e respeitem as coisas mais queridas aos seus corações. Apeguem-se a elas como a própria vida. Sem elas a vida carece de sentido. Não deixe que a vida escora entre os dedos por viverem no passado ou no futuro. Se viverem um dia de cada vez, viveram todos os dias de sua vida;


3. Não desistam quando ainda são capazes de um esforço a mais. Nada termina até o momento em que se deixa de tentar. Não temam admitir que são perfeitos;


4. Não temam enfrentar riscos. É correndo riscos que aprendemos a ser valentes;


5. Não excluam o amor de suas vidas dizendo que não pode ser encontrado. A melhor forma de receber amor é dá-lo. A forma mais rápida de ficar sem amor é apegar-se demasiado a si próprio. A melhor forma de manter amor é dar-lhe asas;


6. Não corra tanto pela vida a ponto de esquecerem onde estiveram e para onde vão;


7. Não tenham medo de aprender. O conhecimento é leve. É um tesouro que se carrega facilmente;


8. Não usem imprudentemente o tempo ou as palavras. Não se pode recuperar;


9. A vida não é uma corrida, mas sim uma viagem que deve ser desfrutada a cada passo;


10. Lembre-se: Ontem é a história. Amanhã é mistério e Hoje é uma dádiva. Por isso se chama “presente”. Vivam o presente com muita energia!”

sábado, 5 de março de 2011

Sem Esperança não há Vida

A esperança é a ultima que morre.
Assim diz o ditado popular.
No fundo, no fundo todos acreditam que a esperança nunca irá morrer.
Como a esperança é a ultima a morrer, então há na frente dela outras virtudes que deverão morrer antes: A paciência, A veracidade, A humildade, O amor.
Até o suicida com seu ato demonstra a esperança que tem de resolver todos os seus problemas com sua morte. Ele pode ter perdido a coragem de enfrentar a vida, mas não a esperança.
O futuro é a esperança do presente.
O presente foi a esperança do passado.
Esperar.
Mas esperar com otimismo, empreendendo algo.
Uma espera ativa.
Isto é a esperança.
Sempre esperando uma mudança para melhor. Mas não só esperar. Deve-se trabalhar também por esta mudança.
Assim como o desânimo é uma espera passiva, ociosa, sem ânimo, a esperança é uma espera cheia de ação.
O botão de uma rosa é a esperança de vir, em breve se tornar totalmente rosa.
A criança é a esperança de vir a ser adulto.
Mas tudo isso exige paciência, determinação e trabalho.
O Botão deve esperar o momento certo de desabrochar. Não deve ser um minuto antes e nem um segundo depois. A criança também. É a esperança que exige dedicação, firmeza.
Sem esperança não haveria mundo.
Sem esperança não haveria vida, pois se a esperança morrer, nós vamos juntos com ela.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

O Empurrão

A águia empurrou gentilmente seus filhotes para a beirada do ninho. Seu coração se acelerou com emoções conflitantes, ao mesmo tempo em que sentiu a resistência dos filhotes a seus insistentes cutucões. “Porque a emoção de voar tem que começar com o medo de cair?”, pensou ela? O ninho estava colocado bem alto de um pico rochoso. Abaixo, somente o abismo e o ar para sustentar as asas dos filhotes. E se justamente isto agora não funcionar? Apesar do medo, a águia sabia que aquele era o momento. Sua missão estava prestes a se completar, restava ainda uma tarefa final: O empurrão. A águia encheu-se de coragem. Enquanto os filhotes não descobrirem suas asas não haverá propósito para sua vida. Enquanto eles não aprenderem a voar eles não compreenderão o privilégio que é nascer águia. O empurrão era o menor presente que ela poderia oferecer-lhes. Era seu supremo ato de amor. Então, um a um, ela os precipitou ao abismo. E eles voaram! Ás vezes, nas nossas vidas, as circunstâncias fazem o papel de águia. São elas que nos empurrão para o abismo. E quem sabe não são elas, as próprias circunstâncias, que nos fazem descobrir que temos asas para voar?

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011